Sobre o novo dvd do Los Hermanos - na Fundição Progresso, talvez eu compre, mas, sem pressa alguma. Não porque eu assisti ontem na TV, mas porque não tem nada de extraordinário que me faça querer rever as duas horas de apresentação. Tudo bem que eu nunca tinha visto eles cantarem Anna Julia (tirando quando foram no programa da Xuxa, há milianos), mas, até aí, é mais um show do Los Hermanos. A qualidade do som está péssima – em muitas músicas, não dá pra ouvir a voz dos cantores (se bem que o Camelo está cantando ainda pior, e o Amarante fazendo cada vez mais tipo, com voz de bêbado). O cenário, simplesmente, não existe – isso dá a sensação de ser um show cansativo, mais do mesmo, sabe? Por se tratar da gravação de um dvd, acredito que o investimento nas imagens deveria ter sido muito melhor – as câmeras deixam à desejar, foco zero! Já que é pra ver pela TV, que tal mostrar os caras mais de perto? Mas, não, preferiram apostar em imagens da lateral do palco e da visão da platéia superior.
Marcelo Camelo está bem saidinho, dando-se ao luxo de falar palavrões pra galera. Rodrigo Amarante (que no início do show tá mais pra Matheus Nachtergale), continua o mesmo sabichão, porém, ainda mais no salto.
Mas, para mim ficou uma coisa boa: a lembrança! Lembrança de uma época bem legal, época de faculdade, quando nós, os pseudos, vivíamos ao som desses caras e nos achávamos os mais ‘ins’ do momento. Que vontade de entrar num show de rock e dançar with myself, tomar umas brejinhas e ter a sensação de rebeldia que a música proporciona.
Se Los Hermanos vai voltar a tocar, para mim, sinceramente, não interessa (acreditem!). Eu quero é fazer rock n’ roll à minha maneira, independente do animador da festa, sem hipocrisia. Chega de perder tempo com mais do mesmo (entendam de maneira generalizada aqui).
Marcelo Camelo está bem saidinho, dando-se ao luxo de falar palavrões pra galera. Rodrigo Amarante (que no início do show tá mais pra Matheus Nachtergale), continua o mesmo sabichão, porém, ainda mais no salto.
Mas, para mim ficou uma coisa boa: a lembrança! Lembrança de uma época bem legal, época de faculdade, quando nós, os pseudos, vivíamos ao som desses caras e nos achávamos os mais ‘ins’ do momento. Que vontade de entrar num show de rock e dançar with myself, tomar umas brejinhas e ter a sensação de rebeldia que a música proporciona.
Se Los Hermanos vai voltar a tocar, para mim, sinceramente, não interessa (acreditem!). Eu quero é fazer rock n’ roll à minha maneira, independente do animador da festa, sem hipocrisia. Chega de perder tempo com mais do mesmo (entendam de maneira generalizada aqui).


Eu estava em casa num dia modorrento, sapeando a TV em busca de algo menos ruim. Parei na MTV quando ouvi uma música que me encantou os ouvidos. Logo pensei que era uma nova canção do Radiohead, mas não dessa fase atual da banda, completamente incompreensível e chata, mas dos tempos áureos, em que Thom Yorke nos emocionava com sua voz e seus versos. Fiquei mais que contente. Olhava o clipe mas não conseguia ligar a música ao cantor, que por mais que eu tentasse vê-lo parecido com o Thom Yorke, alguma coisa não se encaixava.



