Coisa que confunde a cabeça. E conforta o coração.
Outro dia, a menina teve os seus olhos cheios de lágrimas ao ver uma foto. Simples foto, recortada, bem pequena, mas imensa em carga emocional -o suficiente para fazer a menina pensar e sentir.
Levantou, tomou um café, e enquanto, do sétimo andar, via as crianças brincando de bola na escola, mergulhou em suas emoções:
_Elas nem imaginam que as vejo daqui. Mas eu as vejo.
E, assim, tranquilizou-se por compreender que certas coisas independem do espaço.
O sentimento é verdadeiro.
Aonde quer que ele esteja.
(Por Ana Paula Florentino)
domingo, 29 de junho de 2008
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Aforismos de Flávio Gikovate
“As pessoas que estão casadas e são felizes são uma minoria. A imensa maioria é a dos mal casados. São indivíduos que se envolveram em uma trama nada evolutiva e pouco saudável. Vivem relacionamentos possessivos em que não há confiança recíproca nem sinceridade”.
“Há muitos solteiros felizes. Levam uma vida serena e sem conflitos. Quando sentem uma sensação de desamparo, aquele "vazio no estômago" por estarem sozinhos, resolvem a questão sem ajuda. Mantêm-se ocupados, cultivam bons amigos, lêem um bom livro, vão ao cinema. Com um pouco de paciência e treino, driblam a solidão e se dedicam às tarefas que mais gostam. Os solteiros que não estão bem são geralmente os que ainda sonham com um amor romântico. Ainda possuem a idéia de que uma pessoa precisa de outra para se completar. Pensam, como Vinicius de Moraes, que "é impossível ser feliz sozinho". Isso caducou. Daí, vivem tristes e deprimidos”.
“Quase todos os casamentos hoje são assim: um é mais extrovertido, estourado, de gênio forte. É vaidoso e precisa sempre de elogios. O outro é mais discreto, mais manso, mais tolerante. Faz tudo para agradar o primeiro. Todo mundo conhece pelo menos meia-dúzia de casais assim, entre um egoísta e um generoso. O primeiro reclama muito e, assim, recebe muito mais do que dá. O segundo tem baixa auto-estima e está sempre disposto a servir o outro. Muitos homens egoístas fazem questão que a mulher generosa esteja do lado dele enquanto ele assiste na televisão os seus programas preferidos. Mulheres egoístas não aceitam que seus esposos joguem futebol. Consideram isso uma traição. De um jeito ou de outro, o generoso sempre precisa fazer concessões para agradar o egoísta, ou não brigar com ele. Em nome do amor, deixam sua individualidade em segundo plano. E a felicidade vai junto. O casamento, então, começa a desmoronar. Para os meus pacientes, eu sempre digo: se você tiver de escolher entre amor e individualidade, opte pelo segundo”.
“Não há nada de errado em ser individualista. Muitos dos autores contemporâneos têm uma postura crítica em relação a isso. Confundem individualismo com egoísmo ou descaso pelos outros. São conceitos diferentes. Outros dizem que o individualismo é liberal e até mesmo de direita. Eu não penso assim. O individualismo corresponde a um crescimento emocional. Quando a pessoa se reconhece como uma unidade, e não como uma metade desamparada, consegue estabelecer relações afetivas de boa qualidade. Por tabela, também poderá construir uma sociedade mais justa. Conhecem melhor a si próprio e, por isso, sabem das necessidades e desejos dos outros. O individualismo acabará por gerar frutos muito interessantes e positivos no futuro. Criará condições para um avanço moral significativo”.
“É preciso que o jovem entenda que o amor romântico, apesar de aparecer o tempo todo nos filmes, romances e novelas, está com os dias contados. Esse amor, que nasceu no século XIX com a revolução industrial, tem um caráter muito possessivo. Segundo esse ideal, duas pessoas que se amam devem estar juntas em todos os seus momentos livres, o que é uma afronta à individualidade. O mundo mudou muito desde então. É só olhar como vivem as viúvas. Estão todas felizes da vida. Contudo, como muitos jovens ainda sonham com esse amor romântico, casam-se, separam-se e casam-se de novo, várias vezes, até aprender essa lição. Se é que aprendem. Se um jovem já tem a noção de não precisa se casar par ser feliz, ele pulará todas essas etapas que provocam sofrimento”.
“Os relacionamentos que não respeitam a individualidade estão condenados a desaparecer. Isso de certa forma já ocorre naturalmente. No Brasil, o número de divórcios já é maior que o de casamentos no ano. Atualmente, muitos homens e mulheres já consideram que ficarão sozinhos para sempre ou já aceitam a idéia de aguardar até o momento em que encontrarão alguém parecido tanto no caráter quanto nos interesses pessoais. Se isso ocorrer, terão prazer em estar juntos em um número grande de situações. Nesse novo cenário, em que há afinidade e respeito pelas diferenças, a individualidade é preservada”.
“Um dos grandes problemas ligados à questão sentimental é justamente o de que o desejo sexual nem sempre acompanha a intimidade efetiva, aquela baseada em afinidade e companheirismo. É incrível como de vez em quando amor e sexo combinam, mas isso não ocorre com facilidade. Por outro lado, o sexo com um parceiro desconhecido, ou quase isso, é quase sempre muito pouco interessante. Quando acaba, as pessoas sentem um grande vazio. Não é algo que eu recomendaria. Hoje, as normas de comportamento são ditadas pela indústria pornográfica e se parece com um exercício físico. O sexo então tem mais compromisso com agressividade do que com amor e amizade. Jovens que têm amigos muito chegados e queridos dizem que transar com eles não tem nada a ver. Acham mais fácil transar com inimigos do que com o melhor amigo. Penso que, com o amadurecimento emocional, as pessoas tenderão a se abster desse tipo de prática”.
Amém...
“Há muitos solteiros felizes. Levam uma vida serena e sem conflitos. Quando sentem uma sensação de desamparo, aquele "vazio no estômago" por estarem sozinhos, resolvem a questão sem ajuda. Mantêm-se ocupados, cultivam bons amigos, lêem um bom livro, vão ao cinema. Com um pouco de paciência e treino, driblam a solidão e se dedicam às tarefas que mais gostam. Os solteiros que não estão bem são geralmente os que ainda sonham com um amor romântico. Ainda possuem a idéia de que uma pessoa precisa de outra para se completar. Pensam, como Vinicius de Moraes, que "é impossível ser feliz sozinho". Isso caducou. Daí, vivem tristes e deprimidos”.
“Quase todos os casamentos hoje são assim: um é mais extrovertido, estourado, de gênio forte. É vaidoso e precisa sempre de elogios. O outro é mais discreto, mais manso, mais tolerante. Faz tudo para agradar o primeiro. Todo mundo conhece pelo menos meia-dúzia de casais assim, entre um egoísta e um generoso. O primeiro reclama muito e, assim, recebe muito mais do que dá. O segundo tem baixa auto-estima e está sempre disposto a servir o outro. Muitos homens egoístas fazem questão que a mulher generosa esteja do lado dele enquanto ele assiste na televisão os seus programas preferidos. Mulheres egoístas não aceitam que seus esposos joguem futebol. Consideram isso uma traição. De um jeito ou de outro, o generoso sempre precisa fazer concessões para agradar o egoísta, ou não brigar com ele. Em nome do amor, deixam sua individualidade em segundo plano. E a felicidade vai junto. O casamento, então, começa a desmoronar. Para os meus pacientes, eu sempre digo: se você tiver de escolher entre amor e individualidade, opte pelo segundo”.
“Não há nada de errado em ser individualista. Muitos dos autores contemporâneos têm uma postura crítica em relação a isso. Confundem individualismo com egoísmo ou descaso pelos outros. São conceitos diferentes. Outros dizem que o individualismo é liberal e até mesmo de direita. Eu não penso assim. O individualismo corresponde a um crescimento emocional. Quando a pessoa se reconhece como uma unidade, e não como uma metade desamparada, consegue estabelecer relações afetivas de boa qualidade. Por tabela, também poderá construir uma sociedade mais justa. Conhecem melhor a si próprio e, por isso, sabem das necessidades e desejos dos outros. O individualismo acabará por gerar frutos muito interessantes e positivos no futuro. Criará condições para um avanço moral significativo”.
“É preciso que o jovem entenda que o amor romântico, apesar de aparecer o tempo todo nos filmes, romances e novelas, está com os dias contados. Esse amor, que nasceu no século XIX com a revolução industrial, tem um caráter muito possessivo. Segundo esse ideal, duas pessoas que se amam devem estar juntas em todos os seus momentos livres, o que é uma afronta à individualidade. O mundo mudou muito desde então. É só olhar como vivem as viúvas. Estão todas felizes da vida. Contudo, como muitos jovens ainda sonham com esse amor romântico, casam-se, separam-se e casam-se de novo, várias vezes, até aprender essa lição. Se é que aprendem. Se um jovem já tem a noção de não precisa se casar par ser feliz, ele pulará todas essas etapas que provocam sofrimento”.
“Os relacionamentos que não respeitam a individualidade estão condenados a desaparecer. Isso de certa forma já ocorre naturalmente. No Brasil, o número de divórcios já é maior que o de casamentos no ano. Atualmente, muitos homens e mulheres já consideram que ficarão sozinhos para sempre ou já aceitam a idéia de aguardar até o momento em que encontrarão alguém parecido tanto no caráter quanto nos interesses pessoais. Se isso ocorrer, terão prazer em estar juntos em um número grande de situações. Nesse novo cenário, em que há afinidade e respeito pelas diferenças, a individualidade é preservada”.
“Um dos grandes problemas ligados à questão sentimental é justamente o de que o desejo sexual nem sempre acompanha a intimidade efetiva, aquela baseada em afinidade e companheirismo. É incrível como de vez em quando amor e sexo combinam, mas isso não ocorre com facilidade. Por outro lado, o sexo com um parceiro desconhecido, ou quase isso, é quase sempre muito pouco interessante. Quando acaba, as pessoas sentem um grande vazio. Não é algo que eu recomendaria. Hoje, as normas de comportamento são ditadas pela indústria pornográfica e se parece com um exercício físico. O sexo então tem mais compromisso com agressividade do que com amor e amizade. Jovens que têm amigos muito chegados e queridos dizem que transar com eles não tem nada a ver. Acham mais fácil transar com inimigos do que com o melhor amigo. Penso que, com o amadurecimento emocional, as pessoas tenderão a se abster desse tipo de prática”.
Amém...
Apenas um desabafo
Tenho medo. Mas agradeço muito por esse medo. Enquanto tiver esse medo dentro de mim, permeando todas as minhas ações e atitudes, eu terei a certeza de que não vou me acomodar e simplesmente aceitar as coisas como elas são. Porque aprendi que, na verdade, elas não são. O que acontece é que somos sufocados pelo medo e deixamos as coisas como elas são e não como deveriam ser.Tenho medo de ser espancado na rua, mas não vou deixar de vivenciar a minha verdade; tenho medo de não conseguir um companheiro para viver o resto dos meus dias, para me aceitar como sou e aceitar que nossas vidas serão difíceis mas que valerá a pena; tenho medo de envelhecer sozinho pois sei que não terei filhos; tenho medo de, daqui a vinte anos, continuarmos na mesma, e ainda não termos nenhum direito; tenho medo de ter um companheiro, construirmos uma vida juntos e quando ele morrer, sua família querer tomar de mim tudo que conquistamos juntos, isso porque não existe uma lei que me proteja; tenho medo de meu companheiro adoecer e eu não poder entrar no hospital ou na sala de cirurgia para segurar sua mão; tenho medo de adotar um filho e ele ser hostilizado pelo mundo, mesmo que o amemos com todas as nossas forças e criemos um ambiente sem preconceitos dentro de casa; tenho medo de contrair o vírus da AIDS e ser culpado por isso, não por ter me desprotegido, mas por ser gay; tenho medo de encontrar o amor da minha vida e ele ter medo de amar; tenho medo de todas as religiões que destorcem as palavras de Deus para tentar provar que o que eu sinto é errado e desumano; tenho medo que minha família me abandone e não me compreenda. Mas apesar de todos esses medos, agradeço aos céus por ter nascido gay e ter essa força interna para enfrentar a vida.
Por isso humildemente agradeço e admiro todos os GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS, TRANSEXUAIS, TRANSGÊNEROS e TRAVESTIS ASSUMIDOS, que com sua coragem, bravura, transparência, valentia, determinação, ousadia, atrevimento e delicadeza, tornaram o nosso mundo um pouco mais tolerante. Agradeço, também, a todas aquelas pessoas que passaram pela minha vida e me aceitaram como sou, ou que apenas fingiram que me aceitavam para sentirem-se bem consigo mesmas. Agradeço a todos os homens que eu conheci e, pelo menos por um momento, se entregaram aos seus próprios desejos. Agradeço a todas as pessoas que me repudiaram, humilharam e me chamaram dos mais diferentes e criativos xingamentos para a minha condição de gay, hoje eu me sinto lisonjeado. Agradeço acima de tudo aos meus verdadeiros amigos que serão a minha família quando eu me encontrar velho e sozinho. É esse amor que me dá forças e coragem e que me faz seguir em frente, acreditando que as coisas irão mudar.
(trecho de um texto que escrevi...)
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Sobre Anjos, Vinhos e Perder-se em Roma

Acho que sei o que me levou por alí.
Sábado. Noite. Trinta e cinco graus apontando
nos relógios da Via Nazionale.
Todo mundo na rua. Várias vozes, luzes,
várias línguas. Música clássica. Vinho.
Resolví me perder enquanto aguardava a hora
combinada de pegar o Felipe.
Passei por caminhos estreitos, labirintos.
Andei por debaixo de pontes, cruzei restaurantes cheios e
pessoas comendo sob luz de velas.
Encontrei estátuas e monumentos que me fitaram
por momentos e com as quais criei em instantes laços
de profunda adoração.
Virei uma rua. Outra estreita me aguardava na esquina.
Outra. Perfume no ar. Luzes de uma outra época. Musica.
Clássica. Outra esquina. E chorei.
Chorei como uma criança maravilhada e perplexa
diante de algo que ela nunca viu e nem quer perguntar,
pois sabe que ninguem vai conseguir definir.
Chorei de Felicidade. Não. Era mais que isso.
Bem mais que uma palavra.
Bem mais que algo que alguém de carne e osso possa explicar.
E que ninguém ouse.
***************************************************
Continuar na zona de conforto ou arriscar tudo?
Chegar naquele aeroporto não foi fácil.
Não foram poucas as vezes que pensei em não vir.
Os arames e as escolhas nunca apareciam desacompanhados.
A idéia da desistência, a dúvida, a saudade que sentiria,
sempre lá estavam como uma sombra. Nunca foi fácil.
Mas sabe quando voce sabe que era pra ser?
Sabe quando voce sabe o que voce quer e sabe que não basta saber?
Voce precisa de muitos anjos conspirando a seu favor.
E sempre os os tive por perto.
***************************************************
E brindamos ali no meio da Rua.
Em uma rua de Roma.
Nunca um vinho me pareceu tão bom.
***************************************************
Assim como os vinhos, a beleza e a música clássica,
os anjos estão em toda parte. Sempre acreditei.
Mas quando virei aquela rua estreita e dei de cara com umas das
coisas mais belas que poderia ter visto em vida, eu pude senti-los
me guiando até alí dez minutos atrás.
E assim chorei. E fiquei ali, por uma hora ou mais.
Estático. Em Paz. Fitando aquele deslumbre com o coração gigante e a cabeça agradecendo por um dia alguem ter concebido aquilo. Por eu ter tido a oportunidade de um dia me perder como naquele filme do Fellini e ganhar de presente a Fonte dos Trevos.
Nem me importei em dividí-la com tantos turistas.
Era minha e de mais ninguem, e de todos.
Bastava ter olhos para contemplar e um coração alege
para receber tanta grandiosidade.
***************************************************
E Roma é assim. Grande. Gigante. Belissima.
Música Clássica. Luzes quentes. Perfume.
História. Iluminação. Alma.
Basta ser amante da vida para senti-la.
Agradecerei a Deus até meu último dia pela companhia
de tão belos anjos, por meus amigos,
por ter nascido em uma familia que só me dá amor e
por um dia ter estado em Roma.
***************************************************
PS: Amigos desculpem a demora, os erros de acentuaçao
(to ainda brigando com o teclado) e estou com muitas
saudades de todos. De coraçao. Fiquem com Deus.
Beijoss.
Sábado. Noite. Trinta e cinco graus apontando
nos relógios da Via Nazionale.
Todo mundo na rua. Várias vozes, luzes,
várias línguas. Música clássica. Vinho.
Resolví me perder enquanto aguardava a hora
combinada de pegar o Felipe.
Passei por caminhos estreitos, labirintos.
Andei por debaixo de pontes, cruzei restaurantes cheios e
pessoas comendo sob luz de velas.
Encontrei estátuas e monumentos que me fitaram
por momentos e com as quais criei em instantes laços
de profunda adoração.
Virei uma rua. Outra estreita me aguardava na esquina.
Outra. Perfume no ar. Luzes de uma outra época. Musica.
Clássica. Outra esquina. E chorei.
Chorei como uma criança maravilhada e perplexa
diante de algo que ela nunca viu e nem quer perguntar,
pois sabe que ninguem vai conseguir definir.
Chorei de Felicidade. Não. Era mais que isso.
Bem mais que uma palavra.
Bem mais que algo que alguém de carne e osso possa explicar.
E que ninguém ouse.
***************************************************
Continuar na zona de conforto ou arriscar tudo?
Chegar naquele aeroporto não foi fácil.
Não foram poucas as vezes que pensei em não vir.
Os arames e as escolhas nunca apareciam desacompanhados.
A idéia da desistência, a dúvida, a saudade que sentiria,
sempre lá estavam como uma sombra. Nunca foi fácil.
Mas sabe quando voce sabe que era pra ser?
Sabe quando voce sabe o que voce quer e sabe que não basta saber?
Voce precisa de muitos anjos conspirando a seu favor.
E sempre os os tive por perto.
***************************************************
E brindamos ali no meio da Rua.
Em uma rua de Roma.
Nunca um vinho me pareceu tão bom.
***************************************************
Assim como os vinhos, a beleza e a música clássica,
os anjos estão em toda parte. Sempre acreditei.
Mas quando virei aquela rua estreita e dei de cara com umas das
coisas mais belas que poderia ter visto em vida, eu pude senti-los
me guiando até alí dez minutos atrás.
E assim chorei. E fiquei ali, por uma hora ou mais.
Estático. Em Paz. Fitando aquele deslumbre com o coração gigante e a cabeça agradecendo por um dia alguem ter concebido aquilo. Por eu ter tido a oportunidade de um dia me perder como naquele filme do Fellini e ganhar de presente a Fonte dos Trevos.
Nem me importei em dividí-la com tantos turistas.
Era minha e de mais ninguem, e de todos.
Bastava ter olhos para contemplar e um coração alege
para receber tanta grandiosidade.
***************************************************
E Roma é assim. Grande. Gigante. Belissima.
Música Clássica. Luzes quentes. Perfume.
História. Iluminação. Alma.
Basta ser amante da vida para senti-la.
Agradecerei a Deus até meu último dia pela companhia
de tão belos anjos, por meus amigos,
por ter nascido em uma familia que só me dá amor e
por um dia ter estado em Roma.
***************************************************
PS: Amigos desculpem a demora, os erros de acentuaçao
(to ainda brigando com o teclado) e estou com muitas
saudades de todos. De coraçao. Fiquem com Deus.
Beijoss.
Assinar:
Postagens (Atom)
