Olá amigos!!!!!!!!!!!
Se eu for escrever aqui sobre algo que eu entendo, ferrou...kkkkk...pois não entendo de nada, ultimamente só entendo (com propriedade) de estresse, isso ninguém pode questionar, afinal eu sou a definição desta palavra...kkkk...estou até com vergonha deste texto, afinal o pessoal aqui anda tão intelectual... então vou tentar ser também...
Qual é o sentido da vida? Qual a razão de estarmos aqui e não lá? Por que agimos assim e não assado, frito ou refogado?
Chegar na idade adulta lhe dá o direito de pensar nestas perguntas sem respostas,e pra quem pensa que crescer é um privilégio, até tem certa razão, mas não imagina que junto com os anos que insistem em lhe seguir surgem vários problemas, e pela primeira vez, ninguém sabe realmente o que fazer, e não há quem lhe ajude a saber.
Durante a minha adolescência (e creio que na de vocês também) as respostas eram claras. Hoje já não sei se as respostas são, porque eu realmente nem sei qual é a pergunta, então o único privilégio, além de responder pelos seus atos e ser dono do seu nariz, que eu ganhei com a passada dos anos foi afirmar e ter certeza que eu estou mais perdida que cega em tiroteio....hehehehe...
Após analisar e comparar o século XX que eu vivi e o século XXI que estou vivendo (porque é claro que nós ganhamos este direito também, o de analisar...hahahahaha...) as pessoas acreditavam que a política revolucionaria nossas vidas e digo isso com certeza, (afinal porque vocês acham que o Lula ganhou as eleições), e transformaria o nosso mundo em um lugar melhor para se viver. Caímos do cavalo ao carregar estes ideais que nossos pais, avós e bisavós nos trouxeram, afinal desde que o mundo é mundo, ele sempre esteve dividido: de um lado países capitalistas, do outro comunistas. Uns sempre disseram que os outros eram horrorosos, assassinos, cruéis e desalmados que num plano diabólico queriam dominar a Terra. E os outros também diziam isso dos uns.
Os dois lados, infelizmente, tinham razão. A União Soviética implantou ditaduras (acho que numa área que vai do leste da Europa, Polônia, Hungria e bla bla bla) passando pelo norte da Ásia e chegando enfim no Japão (meu Deus, não dá pra tentar ser intelectual, não sei se minha informação está correta...hehehehe...nem sei se é possível pelo norte da Ásia chegar no Japão, deve ser né, se não for no meu texto é, porque o texto é meu e eu chego onde quiser pelo norte de qualquer lugar)! Do outro lado, os capitalistas faziam o mesmo. Chile, Argentina, Brasil e vários outros países (que eu não sei dizer quem eram) viveram ditaduras violentas, ajudados pelos EUA, que tinham medo que nos tornássemos comunistas. Mas onde eu quero chegar com tudo isso? Em lugr nenhum, porque nesta de querer me mostrar, me perdi, kkkkkk, brincadeira. O século passado (quase inteiro) foi uma queda de braço entre duas visões de mundo e era fácil responder as perguntas do primeiro parágrafo:
Qual o sentido da vida?
É chegarmos a uma sociedade socialista em que todos tenham direito a casa, comida, roupa lavada e uma cerveja com amendoim de vez em quando, ou para aqueles que não bebem, uma pipoca com guaraná, diziam uns. E os outros diziam, é chegarmos a uma sociedade capitalista na qual todos tenham liberdade para fazer o que quiserem, dizer o que bem entendem, quando e onde der na telha, desde que, não incomodemos o vizinho de baixo nem apareçamos pelados em praça pública (como os hippies costumávam fazer na década em que eles eram moda).
Então, nesta questão o comunismo falhou, pois todos temos o direito de ter o que eles propunham, mas só o direito, e o capitalismo também falhou, porque a liberdade de ir e vir e de expressar-se nós também temos, mas não há nada que seja feito ou dito que não incomode o meu vizinho.
Mas aí você dirá, acontece. Sim acontece, com nós acontece, mas não com o mundo. Nós sempre tivemos respostas para tudo (fossem elas erradas ou não, mas tínhamos), fossem elas políticas ou religiosas, mas chegado o século XXI vemos que todas elas faziam sentido apenas no papel, na prática só perpetuaram as injustiças, as guerras e a fome.
E agora? É isso o que eu me pergunto. Para onde estamos caminhando? Ninguém sabe. Se eu estou perdida, tenho certeza que esta juventude (que têm tudo nas mãos e tudo a seu favor não estão nem aí pra mudar nada) está mais ainda. Se este tipo de preocupação passasse pela cabeça de muitos jovens que hoje vivem este século junto comigo, poderia até ser bom estar perdido, desde que conscientes em achar qual o caminho certo, mas perdidos e consciente disso, insistimos em seguir em frente o caminho errado é onde mora o problema.
Então, hoje eu vejo que diante deste vazio existencial (que é um dos maiores problemas enfrentados neste século) a preocupação da juventude, desta molecada que era pra ser o futuro do país, muitos deles acreditam que o sentido da vida é combater a celulite, ter um carro importado e o abdômen torneado. Então, cabe a nós e a esta geração que por aqui está passando, maneiras interessantes de ocupar esse breve período que temos a sorte de passar sobre a Terra e deixá-la melhor, e não pior, para as próximas gerações.
Há um provérbio latino que diz, "sejam como são, ou deixem de ser." E creio que este seja o príncipio da mudança que precisamos passar.
PS: Para quem não sabe onde deixar comentários sobre os textos aqui postados, é onde está escrito birita, viu Ney...

4 comentários:
Uau, Carol pra presidente!!!!
Tô contigo e não abro. Postemos sobre o que entendemos! Beijos.
Você anda lendo ou assitindo o Mochileiro das Galáxias?
Por que andou lendo ou assistindo o guia...não tendi...kkkk
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